terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Não existe AVICULTOR sorrindo com a saca do MILHO a R$ 47 em Manaus

Os assessores do governador José Melo da área de publicidade deveriam procurar se informar com os técnicos do Sistema SEPROR antes de lançar qualquer propaganda na mídia. Hoje, não existe avicultor sorrindo com o preço da saca de milho (60 kg) custando R$ 47,40 em Manaus (isso na Conab, que tem o menor preço, mas tem público específico), Se a opção for comprar nas empresas atacadistas da capital esse valor sobe consideravelmente pela baixa concorrência local, falta de capital para comprar a vista e prazos no pagamento. No interior, os preços são ainda mais absurdos. Não estou nem falando na concorrência com os ovos vindos de MT. Ainda não tenho os dados em mãos, mas muitos criadores do Amazonas quebraram e, portanto, deixaram a atividade pelo alto valor da saca de milho. Nesse assunto, certamente a melhor propaganda seria o financiamento da AFEAM para o cultivo do milho no AM. Em síntese, a equipe de marketing do governador José Melo precisa ouvir o Sistema SEPROR.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Sistema FAEA/SENAR encerra CURSO em Autazes

Os produtores e técnicos agropecuários dos municípios de Autazes, Careiro Castanho, Careiro da Várzea, Manaus e Manaquiri participaram durante uma semana do curso de Formação Profissional Rural (FPR) em Beneficiamento Primário do Leite, voltado para a segurança alimentar e qualidade do leite e seus derivados. O curso foi promovido pela Agência de Defesa Agropecuária e Florestal (Adaf), órgão integrante do Sistema Sepror, e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Amazonas (Senar-AM).

NA'KAU, o chocolate mais puro e selvagem do MUNDO.....

 Pedidos com o Artur no celular 99362.9949

"Agronegócio vs. Agricultura Familiar", por Marcos Sawaya Jank


Comprovar o que já se produz como orgânico seria o primeiro passo....

Nesta segunda (23), no auditório do IDAM, a agroecologia esteve na pauta principal. Por uma questão de justiça, é bom lembrar que a criação da coordenação foi uma promessa cumprida do deputado Sidney Leite. Será que lembraram do ex-secretário? Será que lembraram do Fórum de Agrotóxicos? Também foi fundamental nessa conquista. Não vi na foto os deputados Dermilson (Comissão de Produção) e Luiz Castro (Meio Ambiente), mas acredito que as duas comissões foram convidadas e em algum lugar da plateia os representantes estavam presentes. Vários são os desafios da produção orgânica no Amazonas, mas, no meu entendimento, a ação mais prioritária seria CERTIFICAR (OCS, SPG ou AUDITORIA) o que nossos produtores já produzem sem qualquer tipo de insumo químico, seja por falta de acesso, seja por falta de dinheiro para comprar. O IDAM (amigo Mario Ono) sabe do público que estou falando. Exemplo: o PAA da Conab compra goiaba e manga de produtores rurais, mas não paga os 30% adicionais ao preço do convencional em razão desses produtores ainda não terem acesso a uma das tres formas de garantia da produção orgânica, ou seja, de OCS, SPG ou AUDITORIA. Lembro, também, que o pirarucu de manejo é orgânico, mas cadê o documento para a Conab pagar aproximadamente R$ 10,00 no quilo. No meu entendimento, esse é um passo importante a ser dado. tenho sempre dito que se fizermos o feijão com arroz nosso setor já terá grande avanço....


domingo, 22 de janeiro de 2017

Nossas autoridades precisam correr atrás desses 12 bilhões.....

A "Compensa" sequer toma conhecimento de assunto de tamanha importância para o produtor rural. Um evento de lançamento que envolve o presidente da república, o presidente do Banco do Brasil  e 12 bilhões deveria, no mínimo, despertar o interesse do governador, da Aleam e da Bancada Federal do Amazonas pra fazer UMA PERGUNTA: Quanto desses 12 bilhões o AM irá captar? Já posso adiantar que praticamente NADA, ainda mais quando envolve o BB. Se eu fosse assessor do governador José Melo, orientaria procurar a presidência do BB, acompanhado dos nossos parlamentares, para saber os motivos do nosso estado não acessar esses bilhões. Não estamos em crise?  Não queremos recursos financeiros? Não acredito que nada será feito, algum parlamentar deve defender essa bandeira. Nosso produtor rural merece e necessita!


Implementação do CAR em avaliação no Sistema SEPROR

Essa é a equipe do Sistema SEPROR que vem se esforçando, e muito, para planejar, executar e acompanhar a implementação do CAR em nosso estado. São técnicos comprometidos com o setor primário do Amazonas. Vamos em frente!!

sábado, 21 de janeiro de 2017

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Conab visita a Cozinha Comunitária da PANAIR

A Conab, regional do Amazonas, visitou a Cozinha Comunitária da Panair, um equipamento público sob a responsabilidade da Prefeitura de Manaus, de grande utilidade na alimentação da população em vulnerabilidade social. Além da Conab, a visita à Cozinha Comunitária da Panair contou com a presença da OCB, FAEA e da SEMASDH. Os alimentos regionais comprados pelo PAA operado pela Conab também são direcionados a esse equipamento de segurança alimentar e nutricional., via Mesa Brasil/SESC/AM. Nos últimos anos, tenho insistentemente sugerido que a prefeitura de Manaus procure o MDSA para assinar o Termo de Adesão ao PAA MUNICIPAL. Espero que nesse nova gestão do Artur esse atitude de grande alcance social e econômico seja adotada. Há sinais nessa direção vindos da SEMASDH.

GARANTIA SAFRA: O descaso do AM continua, e o Nordeste aproveita...

O site do Governo Federal fala em SEGURO, mas o correto mesmo é GARANTIA SAFRA. SEGURO É OUTRA COISA. O certo é que o PROGRAMA GARANTIA SAFRA ajuda os pequenos produtores no valor de R$ 850 quando atingidos por adversidades. Esse programa já foi estendido ao AM em 2013, mas até agora a "COMPENSA" não assinou o TERMO DE ADESÃO. Junto com o não pagamento da subvenção estadual, a não adesão ao GARANTIA SAFRA estão entre os maiores descasos com o nosso produtor do interior. Lembro bem que, em 2013, o governo federal sinalizou ao estado do Amazonas que poderia beneficiar 10 mil ribeirinhos. Se não fizermos o dever de casa, só os 73 mil agricultores do Nordeste continuarão sendo beneficiados.

CRÉDITO DO PRONAF: Quando vamos aprender com o PARÁ?

É esse o crédito que os produtores rurais do PARÁ acessam em expressiva maioria do que os do AMAZONAS. A diferença é gigantesca. Até já divulguei os números neste blog, mas brevemente vou divulgar os dados de 2016. Se não fosse o IDAM, com todas as suas limitações, não sei o que seria dos nossos produtores rurais no acesso ao PRONAF. O governador José Melo precisa ouvir e entender as razões do nosso baixíssimo acesso a esse crédito, ou não estamos precisando de dinheiro? Seus assessores do Sistema SEPROR sabem as razões, mas precisam ser ouvidos. 

MELO precisa ouvir o setor primário do AMAZONAS

O governador José Melo continua não ouvindo o setor primário do seu estado. É louvável a iniciativa de captar recursos, inclusive esse do BID, mas não fazer NADA para acessar os bilhões disponibilizados nos PLANOS SAFRAS da Agricultura Familiar e Empresarial é inaceitável. Assistir passivamente o Amazonas ocupar um dos últimos lugares no acesso ao crédito rural e não fazer qualquer ação junto ao BB, BASA e CAIXA é inexplicável. Assim como deixar de assinar o TERMO DE ADESÃO ao Programa GARANTIA SAFRA é um descaso com o ribeirinho atingido pela cheia dos nossos rios (nova enchente tá chegando). Em síntese, é um estado em crise que se dá ao luxo de desperdiçar recursos federais. No item "comercialização" milhões estão sendo desperdiçados. Nesse aspecto, até mesmo o MDSA já cutucou o governo estadual que não procura viabilizar o PAA COMPRA INSTITUCIONAL. Posso estar enganado, mas os gestores do Sistema SEPROR, apesar da comprovada boa vontade, não conseguem dialogar com o governador. Deve ter uma "cerca" que impede, pois ainda acredito na sensibilidade do professor José Melo com o interior do estado.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

MESA BRASIL recebe a visita da CONAB, OCB e SEMASDH

Em 2016, o Programa Mesa Brasil/SESC/AM recebeu 2,7 mil toneladas de produtos regionais comprados pela CONAB/PAA/MDSA direto de associações e cooperativas de Manaus e municípios vizinhos. Hoje, dia 18, o galpão do Mesa Brasil recebeu a visita da OCB, CONAB e SEMASDH/Prefeitura de Manaus. O depósito estava cheio de banana, alface, mamão, macaxeira, abóbora, entre outros produtos. As cozinhas comunitárias da Prefeitura de Manaus/SEMASDH estão entre os equipamentos públicos beneficiados com as doações do PAA. Esse bom programa de compra de produtos regionais (alimentos) nasceu no governo do presidente Lula, fortalecido no governo da presidenta Dilma. Esperamos que o governo Temer também priorize a segurança alimentar e nutricional do brasileiro.




Comercialização em debate na FIEAM

Nesta quarta (18), o tema comercialização de produtos regionais entrou em pauta no Comitê de Agronegócios da FIEAM. Ainda não foi a reunião AMPLIADA, mas a primeira de 2017 será no dia 14 de fevereiro, e já tem o CBA como uma das pautas. O comitê tem sido um grande aliado do setor primário, portanto, devemos prestigiar e fortalecer esse novo fórum de debates.



AMAZONAS: Cresce apoio a agricultores familiares em 2016


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) investiu R$ 8,83 milhões em 38 novos contratos para aquisição de produtos da agricultura familiar do Amazonas somente em 2016. As compras foram feitas por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) na modalidade de Compra com Doação Simultânea (CDS). O recurso investido representa um aumento de 0,7% em relação ao ano anterior. Em 2015, foram contempladas 34 propostas no valor de R$ 8.200.676,61.

O Amazonas é o estado da Região Norte com maior participação no PAA. Foram contemplados 4.059 pequenos produtores vinculados a associações e cooperativas de 15 municípios: Anamã, Borba, Caapiranga, Carauari, Careiro da Várzea, Iranduba, Itacoatiara, Itamarati, Jutaí, Manacapuru, Manaus, Rio Preto da Eva, Tabatinga, Tapauá e Tefé.

Os agricultores familiares fornecerão 5 mil toneladas de alimentos, ao longo de 2017, para pessoas em situação de insegurança nutricional e alimentar atendidas pela rede socioassistencial do estado. A maior parte dos alimentos é destinada ao Programa Mesa Brasil do Sesc/AM, que fica responsável pela distribuição. 

O Programa de Aquisição de Alimentos é executado em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA), e oferece a agricultores familiares, por meio de suas cooperativas ou associações, garantia de compra de sua produção por preços remuneradores, gerando renda e inclusão social no meio rural.

Mais informações para a imprensa:
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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

"Orgânicos: Ação pioneira da Conab no Amazonas" - Artigo Jornal do Commercio

A coluna AGRONEGÓCIOS é publicada toda terça-feira no JORNAL DO COMMERCIO/AM

ALIMENTAÇÃO ESCOLAR em novo debate no MPF-AM

Nesta terça (17), no MPF/AM, aconteceu mais um encontro para debater a melhoria na alimentação escolar na rede pública estadual envolvendo instrumentos como o PREME e PNAE, prioritariamente o PNAE, por meio da Lei 11.947/09. Em breve, talvez em fevereiro, a SEDUC já esteja lançando a Chamada Pública de 2017. No próximo dia 9 de fevereiro já tem novo encontro sobre o mesmo tempo, oportunidade em que se pretende avançar na construção de uma oficina de capacitação dos novos gestores municipais nos diversos temas que envolvem a alimentação escolar. Esse evento está previsto para MARÇO. Essa reunião contou com a presença da CONAB, GABINETE CIVIL, ADS, AFEAM, SEDUC, SEPROR e IDAM.



"...não há contradição entre produzir comida e preservar o meio ambiente...", afirma Muni Lourenço

Nesta terça (17), o presidente da FAEA/AM, Muni Lourenço Silva Junior, divulgou NOTA com o título "Vamos brincar o carnaval com alegria e produção". Concordo com o inteiro teor dessa NOTA, nem poderia ser diferente, pois, como já disse o Muni, estamos num estado com 97% de suas florestas preservadas e com produtores rurais cada vez mais querendo produzir alimentos saudáveis, sejam orgânicos, agroecológicos e/ou convencionais seguindo todas as recomendações técnicas da legislação vigente. O que nosso estado precisa fazer, e urgentemente, é viabilizar TODAS as condições para que os 275 mil agricultores tenham acesso qualificado à informação, crédito rural, assistência técnica, tecnologia e comercialização. Temos milhares de agricultores que produzem alimentos orgânicos no Amazonas (não tem dinheiro nem acesso aos insumos químicos, então, é orgânico) e não conseguimos viabilizar o documento obrigatório para que comercialize sua produção como orgânica, ou seja, com melhor remuneração. Esses dados não são meus, mas de um órgão que sistematicamente defendo e tenho enorme respeito pelo trabalho que desempenha no Amazonas, o IDAM. 

Prezado amigo produtor rural,
Mais um ano se inicia e com ele se renovam a esperança e as oportunidades de fazermos um trabalho cada vez mais aperfeiçoado tanto para nós mesmos e nossas famílias quanto para a economia estadual, regional e nacional, garantindo emprego e renda, isso a partir de um segmento que vem “carregando nos ombros” a economia nacional, em tempos árduos de crise. Tudo, graças aos esforços individuais e coletivos do setor rural.
Inspirados por essa convicção da importância do produtor rural e da seriedade e competência de seu trabalho desenvolvido de sol a sol, ao longo de muitos anos, queremos exaltar esse empreendedor e dizer que nós, enquanto Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amazonas (FAEA) estamos e estaremos permanentemente vigilantes na defesa dos interesses dos homens e das mulheres do campo. Sabemos do esforço de cada produtor rural no investimento em técnicas e tecnologias visando reduzir custos e produzir alimentos mais baratos e de qualidade aos consumidores.
Também estamos cientes de que a sustentabilidade está sendo cada vez mais praticada pelos produtores de alimentos amazonenses, que mantêm mais de 97% da cobertura florestal original intacta em nosso Estado, comprovando que não há contradição entre produzir comida e preservar o meio ambiente e que por conseguinte são falsos e preconceituosos alguns estereótipos que não se coadunam com a realidade do trabalho sério, honesto e responsável dos produtores rurais.
Ainda assim, há os que pensam diferente e se valem de artifícios diversos para massificar uma visão equivocada no imaginário da sociedade, movidos muitas vezes por questões ideológicas e de interesses não confessáveis. Quanto a isso, nada podemos fazer, a não ser lamentar. Enquanto isso, seguimos nossa caminhada, plantando nossas sementes e fazendo as devidas colheitas, alimentando a população e buscando zelar pela saúde de todos com um produto de qualidade. Portanto, sigamos nosso caminho de homens e mulheres do meio rural, acordando a cada alvorecer e prontos para contribuir com a sociedade e com o progresso de nosso querido Amazonas, numa escala maior, de nosso País.
Manaus, 17 de janeiro de 2017
Muni Lourenço Silva Júnior
Presidente da FAEA
Slide apresentado pelo IDAM durante a Semana Nacional dos Agrotóxicos no Amazonas registrando que a"Maioria dos agricultores familiares não usa insumos químicos"

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Informação interessante aos NOVOS PREFEITOS do AMAZONAS (Lei 11.947/09, dados do FNDE de 2014)

Esses dados estão no site do FNDE e se referem ao ano de 2014. Apesar do atraso, penso que já é uma informação interessante aos novos prefeitos do AM. Essa ação se refere à Lei 11.947/09 (obrigatoriedade na compra da agricultura familiar para a alimentação escolar, mínimo de 30%)


Como se CREDENCIAR ao PREME

O produtor rural pode ter acesso ao edital do Programa de Regionalização da Merenda Escolar (PREME) da ADS - Agência de Desenvolvimento Sustentável órgão integrante do Sistema Sepror no link: https://goo.gl/4dkomp. O produtor também pode comparecer, em um dos 66 escritórios do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário Sustentável e Florestal (IDAM) localizados no interior do estado.

Mais informações podem ser obtidas na sede da ADS, localizada no Centro de Manaus, na Avenida Getúlio Vargas, n° 1127.

Sistema FAEA/SENAR convida para encerramento de curso em AUTAZES


Hamilton Casara recebe a Conab, ADS, SEDUC e IDAM

Nesta segunda (16), o secretário Hamilton Casara discutiu com CONAB, ADS, SEDUC, IDAM e coordenadores da SEPROR aspectos ligados a compra da agricultura familiar para a alimentação escolar (PREME e PNAE). Em breve, a SEDUC estará lançando mais uma chamada pública da agricultura familiar em cumprimento ao contido na Lei 11.947/09. Além da meta dos 30%, confesso que gostei de ouvir do Marenildo (responsável pela compra da SEDUC) a preocupação de beneficiar produtores de municípios distantes. Finalmente, também ficou esclarecido que a questão "logística" relacionada a preço não é problema quando se trata de compra pela Lei 11.947/09.  Em outro momento, também com o secretário Casara, entraram em pauta o abastecimento de milho, produção de fibras e o PAA SEMENTES. 

domingo, 15 de janeiro de 2017

MILHO: Estoque público continua baixando sem nenhuma atitude do AM






ESTADO não pode ter DOIS compradores do mesmo PÚBLICO (produtor rural)

Essa nova matéria do EM TEMPO com o título "Famílias se beneficiam da venda de polpas de frutas" mostra, claramente, que o governo do Amazonas não pode ter DOIS compradores da agricultura familiar, mesmo que a FONTE dos recursos sejam distintas. É a ADS que deve comprar para o PREME (dinheiro estadual, mas com ajustes no programa) e, também, para o PNAE/FNDE (dinheiro federal) exclusivamente por meio da Lei 11.947/09 (essa é a lei dos 30%). Ficaria com a SEDUC os 70% do recurso federal usando a 8.666/93. Em síntese, tudo que fosse comprar da agricultura familiar ficaria com a ADS (PREME e PNAE), mas, como dito acima, com urgentes ajustes no PREME. Hoje, a ADS compra para o PREME com dinheiro do estado, e uma comissão criada na SEDUC compra da agricultura familiar em atendimento a Lei 11.947/09 (a dos 30% da obrigatoriedade). Essa separação de compras do MESMO PÚBLICO (é bom lembrar que o PREME foi criado para comprar do produtor rural amazonense) acaba se tornando uma concorrência na esfera estadual. A própria equipe da SEDUC afirma que o PREME é concorrente. E tem mais, a comissão da SEDUC não tem contato com a agricultura familiar (nem tem obrigação, pois sua missão principal é a educação), portanto, não conhece o mercado de quem obrigatoriamente deve comprar, vem tendo dificuldade em atingir o mínimo de 30% (só vem atingindo 7%). Isso não é bom! Se fosse o governador José Melo transferiria a comissão criada na SEDUC para dentro da ADS. Com relação aos ajustes que o PREME deve ter, e com base nessa matéria do EM TEMPO, volto a sugerir que a ADS exija da empresa que fornece as polpas o nome de TODOS os agricultores (individualmente, e não por cooperativas/associações) que forneceram as frutas para beneficiamento e, também, o preço que eles receberam. Entendo que é assim que vamos fortalecer o PREME e o PNAE no Amazonas.

sábado, 14 de janeiro de 2017

EM TEMPO reconhece primeira compra de orgânicos pela CONAB no Amazonas


Essa ação registrada no EM TEMPO de hoje foi construída por vários parceiros, muito além dos citados na matéria. Os agricultores são da APOAM, que contam com apoio da ADS, IDAM, SEPROR, MUSA, REDE MANIVA, INPA, EMBRAPA, MAPA/SFA, FÓRUM de AGROTÓXICOS, CPORg, SEMA, INCRA, CONSEA (Estado e Manaus), Comissões de Agricultura e de Meio Ambiente da ALEAM e tantos outros que a memória certamente está falhando. A origem dos recursos financeiros é do MDSA, ex-MDS. O Programa é PAA, criado no governo do presidente Lula.

"Piscicultura no Amazonas é pra grande criador"

Aprendi com o Geraldo Bernardino que piscicultura no Amazonas sem resolver o alto custo da ração, orientação técnica e estrutura para beneficiamento e congelamento do pescado é atividade só pra grande criador. Os pequenos piscicultores devem ficar atentos a essas adversidades pra não quebrar e ficar endividado com o agente financeiro. O primeiro passo da "Compensa" seria estruturar a equipe da SEPA, que é guerreira, competente e cheia de vontade de acertar, mas pequena diante do tamanho do desafio. Com isso, os avanços continuarão sendo pontuais e a importação de peixes de Rondônia uma realidade.