quinta-feira, 25 de agosto de 2016

FIEAM precisa repensar o funcionamento do COMITÊ do AGRONEGÓCIO

Nesta quinta (25), no auditório da FAEA, aconteceu a TERCEIRA reunião ordinária do Comitê do AGRONEGÓCIO da FIEAM. Na próxima terça, em minha coluna semanal do Jornal do Commercio, vou apresentar algumas considerações sobre esse novo ambiente de debates. Adianto que a ideia da FIEAM é boa, mas continua sem direção, sem foco, e não pode jogar a responsabilidade para os entraves que vem ouvindo nesses encontros no "colo" da FAEA. O Sistema FAEA/SENAR já vem defendendo o pequeno, médio e grande produtor rural do Amazonas desde os tempos do nosso saudoso amigo Eurípedes Ferreira Lins. O Sistema FAEA/SENAR já conhece todos os problemas/entraves relatados desde o primeiro encontro. Portanto, nosso setor agropecuário precisa da incontestável força que a FIEAM tem para superar alguns gargalos. Essa aproximação com a FIEAM é estratégica, mas não pode se limitar somente a OUVIR. Por exemplo: no segundo encontro, os agentes financeiros BB, BASA e CAIXA disseram que a capilaridade, inadimplência e a assistência técnica são gargalos para o crédito rural chegar ao produtor rural. Eles também disseram que o IDAM é estratégico no crédito rural. Então, se a FIEAM for apenas OUVIR os entraves sem qualquer atitude para tentar resolver os problemas penso que o comitê não vai longe. Também é visível a boa vontade de contribuir do Nelson Azevedo, vice-presidente da FIEAM, mas precisa repensar o funcionamento do comitê.

Produção Agroecológica em debate no IFAM

Instituições governamentais e não governamentais debatem a produção agroecológica do Estado do Amazonas
Evento muito prestigiado


Sidney define NOME do coordenador da Produção Orgânica da SEPROR

O Coordenador de Agroecologia e Produção Orgânica foi definido pelo Secretário Sidney Leite. Será o Eng. Eduardo Rizzo, já com um histórico de luta nessa temática no Estado do Amazonas. Boa Sorte!!

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Nasce o INSTITUTO DE AGROECOLOGIA DA AMAZÔNIA


FAEA e SEPROR defendem pleitos do AM junto à CONAB/Brasília

Notícia publicada no facebook do secretário Sidney Leite. Que excelente iniciativa!! Fico feliz quando vejo esse tipo de ação, pois tende a viabilizar conquistas importantes ao nosso estado.
Na companhia do Presidente Muni Lourenço da Federação da Agricultura do Amazonas e do Vice, Carlos Koch, em audiência com a diretora de Política Agrícola da Conab, Cleide Santos, para tratar da oferta de milho para o Amazonas, além da inclusão do Pirarucu de Manejo na política de preço mínimo do Governo Federal.
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Sidney, Muni e a Bancada Federal tem reunião na CASA CIVIL

Nesta quarta (24), Sidney Leite, Muni Lourenço e a bancada federal do Amazonas reuniram com o ministro Eliseu Padilha, da Casa Civil, reivindicando a revisão da medida que cria unidades de conservação no Sul do Amazonas.

Sidney Leite cumpriu a promessa ao criar a COORDENAÇÃO de .................

O pleito foi apresentado pelo MUSA, REMA, EMBRAPA, MP-AM e CONAB ao secretário Sidney Leite durante recente encontro (foto). No prazo prometido, o secretário Sidney Leite criou a Coordenação da Produção Orgânica e Agroecológica no âmbito da estrutura da SEPROR. Sabemos que não terá a estrutura ideal, mas é, sem dúvida alguma, um grande avanço.  Nossos agradecimentos, pois a produção orgânica ganha um novo, importante e estratégico endereço na esfera estadual. Quem será o coordenador??

Nova LEI de AQUICULTURA é discutida, mas poucos comparecem

Nesta terça (24), no âmbito da Comissão de Agricultura da ALEAM, a nova redação da LEI DE AQUICULTURA do Amazonas foi amplamente discutida na presença da Conab, INPA, IPAAM, ICMBio, UFAM  e do presidente da Comissão, deputado Dermílson Chagas. Várias propostas foram apresentadas, mas não entendi a ausência de atores  importantes, estratégicos e detentores de aprofundado conhecimento no tema.

Adicionar legenda

Boa ação da ADS, mas precisa ser fortalecida e intensificada

Achei bastante interessante o Lissandro Breval, atual gestor da ADS, continuar o trabalho de sensibilização e apoio ao Exército Brasileiro para ampliar as compras da agricultura familiar.  Esse trabalho iniciou na gestão do Valdelino,  e continuou com o Miberwall. Ambas com total apoio do Luiz Octávio, ex-diretor técnico da ADS, e de sua equipe. Contudo, defendo que essa ótima iniciativa da ADS não seja isolada, tem que ser fortalecida com a presença de outros órgãos e, se possível, do secretário de estado e do governador do estado. Falo assim, porque sei que são milhões de recursos federais com a obrigatoriedade de comprar alimentos da agricultura familiar, pesca artesanal, aquicultura e extrativistas. A obrigatoriedade está no Decreto 8.473, de 22.06.2015, com vigência a partir do último dia 01.01.2016 (cópia abaixo). Resgatei a foto, abaixo, com a presença do secretário Sidney Leite, em reunião na 12 Região Militar, para dizer que esse encontro foi fundamental para que o Exército lançasse, em outubro do ano passado, a primeira chamada pública atendendo o contido no decreto acima mencionado. Esse esforço concentrado tem de ser feito, URGENTEMENTE, na Marinha e Aeronáutica. Enquanto o PAA da Sepror não volta a operar, e o PAA da Conab reduziu as operações em razão das restrições orçamentárias para este exercício em função da crise, precisamos buscar esse novos e obrigatórios mercados ao nosso produtor rural que tem DAP. Caso contrário, pode se preparar para mais desperdício e preço baixo  da abóbora, melancia, macaxeira, mamão, entre outros. Volto a lembrar, além desse novos mercados, nossos produtores precisam de uma central de beneficiamento de produtos regionais.
Depois desse encontro, a 12 Região Militar lançou o primeiro edital de CHAMADA PÚBLICA da Agricultura Familiar

Clique, abaixo, para conhecer o DECRETO da OBRIGATORIEDADE

Licenciamento Ambiental no AM contraria a legislação federal e o CONAMA, afirma Dermílson

Em discurso, o parlamentar propôs a alteração na Lei Estadual N° 3.785/2012 com objetivo de diminuir a burocracia excessiva nas emissões de licenciamentos ambientais realizados pelos órgãos competentes de licenciamento estadual e municipais. O parlamentar defende que a lei atual, apesar de nova e de estabelecer prazos máximos de licenciamento, sem qualquer referência aos prazos mínimos, conferiu “poderes subjetivos” aos gestores de licenciamento contrariamente ao que propõe a legislação federal e a Resolução n° 237 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).
Dermilson Chagas afirma que a ideia é ajustar a legislação estadual à norma federal. Para ele, a legislação estadual atual não cita no texto sobre como os órgãos de licenciamento devem proceder sobre os prazos mínimos consentindo a determinação de qualquer prazo a depender de quem pede e de quem emite.
“Com o texto da lei indefinido, o gestor não se obriga aos limites impostos pela legislação federal. Isso é muito ruim. Abre uma série de possibilidades que nem sempre são saudáveis à própria garantia de que o licenciamento estará sendo emitido, única e exclusivamente, pelos critérios legais e ambientais. Se fica a critério apenas do órgão competente é altamente subjetivo”, explicou Dermilson Chagas.
O projeto de lei apresentado pelo parlamentar propõe alteração dos artigos 12, 13, 14, 15 e 21 da Lei n° 3.785/2012. Todos são referentes à concessão de tipos de licenças previstas em empreendimentos e atividades efetiva ou potencialmente poluidoras ou degradadoras do meio ambiente. Na lei atual, estão indicadas aos gestores apenas os limites de prazo máximo de quatro e cinco anos. Os prazos são adotados de acordo com o que pensa o gestor e, na maioria dos casos, os licenciamentos estão sendo emitidos com prazos considerados curtos e muito inferiores ao mínimo estabelecido pela norma federal.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Atenção EXTRATIVISTAS, o prazo tá acabando!

Os extrativistas, bem como os grupos formais, devem procurar a regional da Conab/AM para receber orientação de como proceder para realizar o obrigatório cadastramento que viabiliza o acesso à Subvenção Direta Federal (PGPMBio). Esse procedimento já teve o prazo prorrogado, mas o limite é até outubro próximo. Após essa DATA, somente os CADASTRADOS receberão a subvenção federal quando o preço de mercado estiver abaixo do PREÇO MÍNIMO fixado pelo Governo Federal. 

OCB/AM divulga programação do VII Encontro do Cooperativismo Agropecuário do AM


Assembleia convida para discutir NOVA lei de Aquicultura do AM

Nova proposta de lei sobre Aquicultura, oriunda do Executivo, será discutida nesta quarta (24), na Assembleia Legislativa (Plenário Cônego Azevedo), às 9h


Associação Amazonense dos Municípios recebe a visita da CONAB/AM

Nesta terça (23), na sede da Associação Amazonense dos Municípios (AAM), analistas da Conab/AM apresentaram a Política de Garantia de Preços Mínimos da Sociobiodiversidade (PGPMBio) à direção da AAM. O encontro teve como principal objetivo socializar esse importante instrumento de apoio à comercialização que garante a sustentação de renda ao extrativista, bem como contar com o apoio da AAM para que essa política possa ter maior abrangência em nosso estado. 

Momento em que era apresentado o vídeo que detalha de forma simples e bem didática vários aspectos que envolvem a operacionalização da PGPMBio

"Amazonas continua com baixo acesso ao milho público" - Artigo do Jornal do Commercio/AM

Coluna publicada toda terça-feira no Jornal do Commercio/AM

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Semana do PEIXE já tem LOGOTIPO OFICIAL


Governador encaminha novo PROJETO DE LEI (Aquicultura) - Veja documento


Governador REVOGA LEI de AQUICULTURA do Amazonas (veja documento)

Decisão acertada do governador José Melo, diante da unanimidade dos comentários de especialistas durante Audiência Pública que aconteceu na ALEAM na presença dos deputados estaduais Luiz Castro, Dermilson Chagas e Orlando Cidade. 

Precisamos de uma CENTRAL DE BENEFICIAMENTO DE PRODUTOS REGIONAIS

O Amazonas precisa de uma Central de Beneficiamento de Produtos Regionais para uso coletivo de associações, cooperativas e consórcios. O local ideal seria na ociosa Central de Comercialização de Iranduba, mas até agora não entendi a razão do governo estadual não adotar esse caminho. Recentemente, fiquei sabendo que o FPS (Fundo Promoção Social) vai lançar edital para ajudar grupos formais do setor primário de forma individual, quando o ideal seria estruturar a CENTRAL de IRANDUBA para uso COLETIVO. Quantas agroindústrias de polpa de frutas foram construídas no interior e não estão funcionando? Em Manacapuru, no PA AQUIDABAN (se a memória não estiver falhando) tem equipamento com mais de dez anos sem nunca funcionar). E as fábricas de gelo? E a USINA DE BORRACHA de IRANDUBA? Precisamos de estruturas (nada complexo) simples e de uso coletivo para o beneficiamento de produtos regionais.

EMBRAPA promove evento sobre o BIOMA AMAZÔNIA na Assembleia Legislativa


"Eficiente política de financiamento aos produtores de borracha e de juta" - Notícia de 1956


Só o nosso Centenário Jornal do Commercio é capaz de fornecer essa riqueza de informação e de conteúdo. Passados longos anos, o Comitê de Agronegócio da FIEAM volta a discutir o mesmo TEMA.


"Dia do Campo Limpo" - Jornal do Commercio/AM

Ação de grande importância que precisa ser intensificada

domingo, 21 de agosto de 2016

(AÇAÍ) - Veja a razão do PARÁ superar o Amazonas

Clique no link abaixo e veja mais um motivo do PARÁ estar disparadamente muito mais avançado do que o nosso Amazonas em termos de setor primário. Já é o II Simpósio INTERNACIONAL, enquanto o governo estadual, por meio da SEPLAN-CTI, ainda está realizando "JORNADAS" para descobrir nosso potencial e definir a "matriz econômica". Isso é brincadeira!! Veja o nível da PROGRAMAÇÃO com apoio do governo do Pará, e ainda adianto que tem competentes pesquisadores amazonenses nessa lista, mas que, infelizmente, desprezamos esse potencial de conhecimento que está em nossas mãos.  Até quando? 

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Lei de Aquicultura ainda não foi revogada

Esse recente encontro, com a presença do Leland, mostra que a LEI DE AQUICULTURA ainda é motivo de discussão e que não foi revogada, e pelo jeito não será. Lembro que, recentemente, em audiência pública sobre o assunto que contou com a presença de especialistas houve o CONSENSO de que a única saída seria a revogação. 

Receituário Agronômico tem curso de capacitação no IDAM

Os técnicos da ADS, Sepror, IDAM e ADAF, participaram do curso ‘Receituário Agronômico’, para receber orientações dos procedimentos na emissão do documento nas fiscalizações em casas comerciais de agrotóxicos. 

Presidência da República encaminha pleito da Comissão de Agricultura ao MDSA

O recente instrumento federal de apoio à comercialização denominado de PAA SEMENTES (compra sementes para doação) ainda NÃO contempla/abrange sementes que NÃO sejam alimentos, mas entendo que deveria ter exceções em razão do público envolvido em algumas atividades agrícolas, entre elas a de fibras de juta e malva. Em uma das audiências ocorridas no âmbito da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa surgiu a demanda desse instrumento chamado de PAA SEMENTES poder comprar SEMENTES de MALVA e JUTA diretamente de agricultores familiares (esse é o público que envolvido na atividade no Pará) do vizinho estado do Pará  e, quem sabe, num futuro próximo, com o avanço dos estudos da UFAM e EMBRAPA, no próprio Amazonas. Em síntese, compraria sementes de malva de agricultores familiares do Pará (único local de produção no Brasil) para, em seguida, doar a comunidades rurais de Manacapuru, Itacoatiara, Parintins, Anori, Anamã, entre outros. Diante da demanda, o deputado Dermilson Chagas, presidente da Comissão de Agricultura da ALEAM, foi o autor do Requerimento 1714/2016 aprovado naquela CASA, e encaminhado à Presidência da República. O assunto, conforme consta no teor do Ofício 94/2016/SAF/SEGOV/PR foi encaminhado ao MDSA. Seria uma grande conquista dos juticultores e dos produtores de sementes no Pará. Sem dúvida, uma ação que geraria emprego e renda no interior.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Por que a CAIXA só opera o PRONAF no AM com a BOVINOCULTURA ???

Na última quarta (17), durante reunião do Comitê do Agronegócio da FIEAM, técnicos da CAIXA confirmaram que só operam o PRONAF na atividade de BOVINOCULTURA no Amazonas.  Perguntado pelo Juan, representando a FAEA, o técnico da CAIXA disse que não trouxe os números aplicados em nosso estado, mas posso adiantar que certamente é insignificante diante do que a CAIXA vem fazendo em outros estados.  O próprio técnico disse indiretamente que a culpa é NOSSA, pois enquanto a CAIXA não receber DEMANDA essa absurda realidade vai permanecer por longos anos. Um estado com mais de 300 mil famílias em extrema pobreza deixar a CAIXA operando o PRONAF por longos TRES ANOS somente com BOVINOCULTURA DE CORTE é um descaso imensurável com o homem do campo. Não gostei quando o técnico da CAIXA, ao justificar a ausência de agências no interior do Amazonas, recorreu ao alto custo para levar recursos/dinheiro ao interior.  Sem comentários!!! A FETAGRI precisa se manifestar......

Conselho conheceu as DUAS propostas de alimentos ORGÂNICOS ao PAA

Nesta quinta (18), o Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional de Manaus conheceu as propostas de acesso ao PAA que contempla, exclusivamente, alimentos orgânicos da Associações dos Produtores Orgânicos do Amazonas (Manaus) e da Associação dos Agricultores da Comunidade São Francisco de Assis (Rio Preto da Eva). As duas propostas envolvem aproximadamente R$ 154 mil, 21 agricultores e uma grande diversidade de produtos. Mais um passo foi dado para que a proposta seja entregue à Conab.
A participação da ADS, MUSA, MESA BRASIL, MAPA/SFA, REMA, SEBRAE, IDAM e EMBRAPA tem sido fundamental nessa construção





A VI Semana de Agroecologia do IFAM tá chegando.....


IDAM divulga novos números da safra de MALVA (comentário)

A safra 2015/16, segundo o IDAM, já chegou a 3,7 mil toneladas. Ainda muito abaixo do que nossas indústrias necessitam, tanto que estamos importando de outros países. Outro fato negativo nessa cadeia produtiva que tem tudo para ser exemplo de sucesso é o NÃO pagamento, por parte do governo estadual/ "Compensa", do subsídio estadual de R$ 0,40 kg por cada quilo produzido.  Aliás, o subsídio da safra passada ainda não foi pago. Só nos resta aguardar, já que o setor primário infelizmente não é prioridade, e nem sabemos fazer pressão. Então, o governador fica muito à vontade para pagar (se pagar) quando bem entender. O estado precisa, via ADS, dar mais transparência ao processo de pagamento dos subsídios (juticultor, seringueiro) divulgando, no site, a relação dos beneficiários. Além disso, criar equipe para fiscalizar, em campo, a produção dos produtores relacionados. Esses devem ser os passos priorizados, e não fazer festa no momento do pagamento, SE PAGAR!