sábado, 20 de janeiro de 2018

EM TEMPO - Você sabia que o Amazonas agora é produtor de SOJA?

Acesse o link a seguir para visualizar a matéria do EM TEMPO, de Emerson Quaresma.
http://d.emtempo.com.br/economia/92514/voce-sabia-que-o-amazonas-agora-e-produtor-de-soja-confira-reportagem

"Está desenhada uma catástrofe na produção de fibras no Amazonas", afirma, de Belém, especialista no assunto.

Obrigado Moacir por, mais uma vez, colaborar com informações importantes e estratégicas que certamente ajudarão o secretário Aparecido e o Lucio, presidente a ADS, a adotarem procedimentos fins evitar essa anunciada "catástrofe". Sem sementes não tem produção, e como a aquisição não chegou a 20 t é lógico que a produção de 2019 não passa de 1.500 toneladas. Um gigantesco retrocesso, inaceitável para um estado que precisa gerar emprego e renda no interior. Ontem, tentei falar com o Lucio, presidente da ADS, passei mensagem para saber como está o andamento da compra de sementes por parte do atual governo, mas não tive retorno até o momento. Algo precisa ser feito, pois não dá pra aceitar continuar mandando milhões para Bangladesh e Índia. 
http://thomazrural.blogspot.com.br/2018/01/fibras-perdemos-r-50-milhoes-para.html

(Novo Estatuto) - IDAM e ADAF deveriam seguir o mesmo caminho da CAIXA

Essa matéria está no Jornal O GLOBO deste sábado, e é justamente esse caminho que o setor primário, UNIDO, deveria exigir para o IDAM, e também na ADAF, ou seja, um ESTATUTO que privilegie os servidores da casa com lista tríplice e critérios técnicos. Penso que o momento seja o ideal para essa conquista "formal", pois vejo o secretário Aparecido como aliado após ter defendido a indicação do Luiz Herval para presidente do IDAM. Além da presidência, a mudança no estatuto deveria abranger as diretorias e as unidades locais (interior). Além disso, o  necessário "CONCURSO 2018"!!

Depois de 8 anos, como anda o projeto de DENDÊ no Alto Solimões?

Lá atrás, em 2010, ainda na Conab, conheci e fiquei entusiasmado com o projeto "Validação de Tecnologia de Produção de Óleo de Dendê para Biodiesel por Agricultores Familiares no Amazonas" sendo implementado no Alto Solimões (Benjamin Constant e Atalaia do Norte) com apoio da Embrapa, Idam, Diocese, Conab (acompanhamento das safras) e da SEPROR. Será que deu certo? Era um projeto FINEP envolvendo aproximadamente 100 famílias com tudo para ser sucesso. Passados quase oito anos, como anda essa boa iniciativa? Acabou? Continua? 

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Manacapuru, Rio Preto Eva, Parintins e Urucará aguardam ação do Amazonino junto ao MDS

O governador Amazonino Mendes, com apoio de seu amigo Blairo Maggi e da bancada federal, precisa cobrar do MDS a agilização na assinatura do Termo de Adesão ao PAA MUNICIPAL dos municípios de Manacapuru, Rio Preto da Eva, Parintins e Urucará. Os pleitos dessas quatro prefeituras já estão no MDS, mas se não houver essa justa e saudável pressão o Amazonas vai pro final da fila.

Essa notícia no site do MDS é recente, de 15/12/2017, portanto, se QUATRO municípios gaúchos aderiram ao PAA MUNICIPAL, é claro que os QUATRO do Amazonas também deveriam seguir o mesmo caminho.

Nada contra essa ação no RS, mas os pleitos das prefeituras devem ser atendidos, assim como a liberação de recursos para Conab/AM comprar peixe na época da safra através do PAA/COMPRA DIRETA. 

Esse é o pleito da prefeitura de Parintins, entregue recentemente pelo secretário Edy Albuquerquer. Documento semelhante já foi feito por Manacapuru, Rio Preto da Eva e Urucará.

"Reflorestamento com espécies nativas" vem acontecendo no Amazonas?

Acesse o link a seguir para visualizar a matéria completa 


Pergunta: Como anda esse assunto no AMAZONAS?



"...a renda do extrativista integra a luta histórica do CNS..." (Comentário)

Prezado Clodoaldo, fiquei feliz em saber que você acompanha o "Thomaz Rural", mais ainda pelo seu comentário (abaixo). Este espaço é nosso, do setor primário do Amazonas, e logicamente do nosso extrativista. Reconheço e respeito, e muito, a luta histórica do CNS, nem poderia ser diferente. Vc sabe bem disso, pois já participamos de inúmeros eventos e debates. Concordo com todas as pautas, mas penso que muitas delas serão resolvidas com dinheiro no bolso do extrativista, principalmente quando o governo federal entender o que já defendemos, juntos, em vários encontros. Estou me referindo aos produtos já inseridos na PGPMBio, ou seja, o preço mínimo não pode se limitar ao custo de produção, isso não está correto com quem defende, há séculos, a floresta. É urgente o acréscimo de um adicional/percentual. Por esse motivo é que defendo o tema "RENDA" como destaque e prioridade nesses dois próximos encontros. Na Região Norte, a maior do Brasil, os órgãos públicos não tem estrutura para operar essas políticas, e como consequência o dinheiro não chega no bolso do extrativista no volume que queremos e necessitamos para tirar 1,3 milhão da extrema pobreza só no Amazonas. Isso precisa entrar em pauta. Sugiro que o CNS e Memorial Chico Mendes peçam os números do Governo Federal e compare com o público do extrativismo. O percentual que atingimos é pequeno. A Conab fez um PDV (saí nele), ainda não fez concurso, e tá pedindo o retorno de todos os servidores que estão cedidos. Isso precisa entrar em pauta, é urgente a necessidade de concurso na CONAB, mas com mais vagas para o Norte por ser o maior geograficamente e o de maior índice de extrema pobreza.  Repito, este espaço é nosso, vá mandando notícias. Obrigado pelo comentário!

Acesse o link abaixo....

http://thomazrural.blogspot.com.br/2018/01/renda-ao-extrativista-deveria-ser.html

(FIBRAS) - Perdemos R$ 50 milhões para Bangladesh e Índia. Que vergonha! Que descaso! Até quando?

Ontem, recebi do meu ex-colega de Conab, também já aposentado, meu amigo Ivo Naves, documento bem produzido e detalhado chamado de "OBSERVAÇÕES JUTA / MALVA – IMPORTAÇÕES 2017". Ainda vou perguntar ao IVO se poderei divulgar, na íntegra, todas as "observações" que ele fez, mas não posso adiar a divulgação de números de 2016 e 2017 que mostram, claramente, o tamanho da nossa incompetência em levar dias melhores ao interior do Amazonas, principalmente aos nossos juticultores e respectivos municípios com esse potencial.

Vejam:

Por falta de produção local, em 2016, as importações do complexo juta/malva foram de 9,9 mil toneladas.

Em 2017, as importações do complexo juta/malva atingiram 6,7 mil toneladas.

Somando os dois anos (2016 e 2017), significa que mandamos US$ 16,6 milhões de dólares para Bangladesh e India, ou seja, deixamos de movimentar no interior do Amazonas aproximadamente R$ 50 milhões de reais.

É ou não um descaso histórico com a população do interior?

A culpa desse descaso ainda não é do governador Amazonino, mas poderá vir a ser se não atualizar o pagamento da subvenção, igualar o valor ao do seringueiro (R$ 1,00 kg, hoje é R$ 0,40 kg), comprar sementes no Pará e apoiar as iniciativas da UFAM e EMBRAPA na produção interna de sementes (Pit Malva).

Abaixo, algumas imagens que comprovam que as entidades do setor até tentam sensibilizar o governo, mas a "Compensa" nem liga para os secretários.

A FAEA tem feito, e bem, a sua parte, mas outras entidades precisam engrossar essa fila, principalmente a FETAGRI, pois a maioria expressiva dos juticultores estão enquadrados como agricultura familiar.

Fica mais essa dica ao secretário Aparecido, e equipe.


Fonte: MDIC





Opinião de quem conhece sobre o pirarucu de manejo na PGPMBio

Destaco a manifestação/opinião do José Maria sobre a minha postagem sobre o pirarucu de manejo na PGPMBio por ter a firme convicção de que faz parte da lista dos maiores conhecedores do assunto no Amazonas. Zé Maria também questiona, corretamente, a conclusão das obras nas indústrias de vários municípios.
Cobra o necessário S.I.F (Serviço de Inspeção Federal)
Obrigado Zé pelo seu comentário, concordo 100%.
Para acessar meu comentário sobre o tema é só clicar em
http://thomazrural.blogspot.com.br/2018/01/pirarucu-manejado-depende-do-pl-767817.html







quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

TARUMÃ MIRIM recebe o PUXIRUM AMBIENTAL do IPAAM


Dia 26 tem feira em FONTE BOA



Solenidade ratifica a importância do IDAM no crédito rural do Amazonas

É evidente que esse tipo de solenidade é importante e deve continuar existindo. Esse tipo de iniciativa mostra, MAIS UMA VEZ, a importância do IDAM, e que sem um IDAM forte (municípios e central) os NOVOS créditos do BASA, assim como correr atrás da inadimplência, continuarão em números que não farão o Amazonas se livrar da inaceitável dependência econômica do PIM/ZFM. Nos últimos quatro anos (dados abaixo), nosso melhor desempenho foi em 2014, segundo o Banco Central do Brasil, e mesmo assim não passamos de 0,4% do total nacional, ou seja, não acessamos nem meio por cento do total disponibilizado pelo Governo Federal para o PRONAF. Estamos sempre atrás de Rondônia, Pará, Tocantins e Acre. E nos últimos dois anos, segundo o Banco Central do Brasil, Roraima já ultrapassou o Amazonas. Sempre disse, e volto a repetir, o IDAM já faz muito com a pouca estrutura que tem. E nossos números não aumentarão se não vier novas contratações, se não vier o Concurso Público. É inaceitável beneficiar, em 2017, apenas 1.346 agricultores familiares num estado que tem 273 mil. Não participei da solenidade acima, nem sei se esses números foram levantados, discutidos, debatidos, mas deveriam, pois somente assim o secretário Aparecido ganharia mais argumento para sensibilizar o governador Amazonino em autorizar, urgentemente, novas contratações para o Sistema SEPROR, prioritariamente IDAM e ADAF.

E a inadimplência de 2014, qual o percentual? Quais municípios? 

Bom lembrar que não é só BASA que opera o Pronaf, mas também BB e CAIXA. Mas é o BASA quem mais se esforça para mudar a realidade amazônica na questão do crédito rural.




CONAB e SEBRAE planejam ações para 2018

SEBRAE e CONAB planejam ações conjuntas para 2018. Certamente a piscicultura e a produção orgânica entraram em pauta. Aliás, os dois grupos formais que a Conab tem contrato para compra de alimentos orgânicos, por meio do PAA/CDS, tiveram apoio do SEBRAE. E por falar em piscicultura, certamente entrou em pauta o fato do Programa Vendas em Balcão, que vende milho para pequenos criadores rurais, ainda não contemplar essa atividade que tem a cara do Amazonas e do Leocy. Nos leilões de estoque público, que atende os grandes criadores, até já vi a atividade da piscicultura no edital. Um avanço! Falta o acesso ao pequeno piscicultor, pois esse não tem capital para acessar os leilões.  Com relação ao tambaqui curumim no PAA/CDS, lembro que já faz parte da lista de produtos amparados, mas sua maior inclusão depende de uma estrutura frigorífica pública para, pelo menos, fazer a lavagem e congelamento. Cadê o Terminal Pesqueiro? Cadê o frigorífico da Betânia? O pequeno piscicultor ainda não tem essa estrutura, nem a Conab pode pagar esse serviço.

Será que o AMAZONINO vai assinar o GARANTIA SAFRA?

Revendo meus arquivos encontrei essa postagem no grupo do CONSEA do amigo Dr. Marc Storck. Esse evento foi em Belém, e lá estava eu defendendo a implementação do programa federal GARANTIA SAFRA no Amazonas com apoio dos amigos conselheiros do Amazonas e de outros estados do Norte. Lamentavelmente, apesar da presidenta Dilma ter estendido os benefícios ao Amazonas em 2013 (antes era só Nordeste), nem Omar nem Melo assinaram o Termo de Adesão. Será que o Amazonino vai assinar? É mais uma sugestão de pauta ao secretário APARECIDO. Não vou desistir defender esse PROGRAMA que é a cara e de fundamental importância ao nosso ribeirinho. Temos passados por cheias recorrentes, e não faz sentido algum deixar de viabilizar R$ 850 reais ao atingido pela adversidade. Já escrevi várias vezes no Jornal do Commercio sobre esse TEMA (abaixo). Divulgo, abaixo, algumas reuniões e matérias sobre o Garantia Safra.



"Café do Amazonas já faz parte da avaliação nacional da safra brasileira" - Parte 2/Jornal do Commercio



Essa coluna é publicada no Jornal do Commercio desde 2003, toda terça-feira

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

É por aqui que o Amazonas sai do buraco....

Espero que o secretário Aparecido consiga sensibilizar o governador Amazonino em tudo que viu e ouviu nesse encontro (foto acima). Já faz tempo que escrevi o artigo abaixo, e continuo pensando da mesma forma "IDAM é a única e estratégica alternativa" para tirar o Amazonas do buraco, da inaceitável total dependência do PIM/ZFM.

Pirarucu manejado depende do PL 7.678/17 de autoria da deputada Conceição Sampaio para ter PREÇO MÍNIMO

Ontem, a deputada federal Conceição Sampaio postou mensagem no facebook lembrando o início dos entendimentos que terminou na elaboração do PL 7.678/17, e que continuará a luta para que seja aprovado o mais rápido possível no Congresso. Recentemente, o deputado federal Gedeão Amorim, recebeu pedido do atual superintendente da Conab, Serafim Taveira, para que se alie à deputada em defesa da inclusão do pirarucu de manejo na PGPMBio. 


Importante conquista do guaraná de Maués. Agora é manter e que os lucros cheguem ao produtor rural


É sem dúvida uma importante conquista a IG do Guaraná de Maués. O que sempre me preocupa é a continuidade dessas conquistas e, realmente, o preço que o principal ator da cadeia (o pequeno produtor) vem recebendo. A matéria do JC fala na existência de 2,5 mil produtores. É isso mesmo? Também menciona que o preço chegou a R$ 21 kg. Recentemente, recebi mensagem de um leitor blog questionando a queda no valor do guaraná em grão em Parintins. Ele me disse que estavam pagando R$ 15 kg. Em Parintins, não em Maués. Repito, uma grande conquista que deve ser mantida, mas que os lucros cheguem ao pequeno produtor rural.

(ONISAFRA) - "Que tal iniciar o ano de uma forma diferente?"

Conheço a jovem e determinada equipe da ONISAFRA, comandada pelo Macauly, e por esse motivo faço questão de, regularmente, divulgar o que eles vem fazendo. Os consumidores precisam acessar o site deles. Recomendo!!

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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

PGPMBio tem NOVOS PREÇOS. Marcelo e Aparecido precisam reunir com a CONAB

Minutos atrás, recebi do superintendente da Conab, Serafim Taveira, a PORTARIA contendo os NOVOS preços da PGPMBio para o ano de 2018. Com forte trabalho da regional do Amazonas, com apoio do IDAM, o MURUMURU e o BURITI já estão fazendo partedessa importantíssima política. Só o nosso pirarucu de manejo que ainda não entrou, mas certamente quando o projeto da deputada Conceição Sampaio for aprovado nosso pirarucu estará nessa lista. Bem, entendo que os secretários Marcelo (SEMA) e Aparecido (SEPROR) precisam, URGENTEMENTE, procurar a CONAB para avaliar os novos preços e traçar estratégias de atuação no Amazonas. Sem parceria essa política vai avançar pouco. O estado precisa entrar com força no apoio a essa política, o recurso é federal. Nesse encontro, além da SEMA e SEPROR, é imprescindível a presença do CNS, ICMBIO, CEPLAC (cacau), entre outros. 




Embrapa mostra, mais uma vez, que é possível produzir MILHO no Amazonas

Esse curso é mais uma prova de que não precisamos inventar a roda para produzir milho no Amazonas. Basta a "Compensa" querer e os técnicos do IDAM escolherem as áreas com menor custo de produção.
Com isso, acaba nossa dependência de Mato Grosso.
Por falar em milho, em breve, a Conab, em parceria com o IDAM, vai iniciar o PAA/SEMENTES (distribuição gratuita de sementes de milho no Amazonas).
Em breve, vamos divulgar os municípios que receberão essas sementes.
O PAA/SEMENTES é uma ferramenta do Governo Federal, operada pela Conab em todo território nacional. 

Conab recebe a visita do deputado federal Gedeão Amorim

Excelente a iniciativa do deputado federal Gedeão Amorim em visitar a Conab. Melhor ainda foi identificar na postagem do SerafimTaveira, superintendente da Conab/AM, pedido para que o Gedeão apoiasse a iniciativa da deputada Conceição Sampaio que vai possibilitar a inclusão do pirarucu de manejo na PGPMBio. O encontro contou com a presença do Miguel Capobiango e do Emanuel Farias (Gerente de Operações da Conab/AM). Eis o que disse o superintendente da Conab/AM...

"Conversa proveitosa com o Deputado Federal Gedeão Amorim e o Secretário do MDB Miguel Capobiango. Discutimos e formalizamos pedido de apoio ao PL 7668/2017 que trata da inclusão do Pirarucu de manejo na PGPMBIO. O PL 7668/2017 foi elaborado pela Deputada Federal Conceição Sampaio (PP-AM) e ainda deverá ser aprovado na Comissão de Finanças e Constituição e Justiça da Câmara Federal"