sexta-feira, 23 de junho de 2017

FAEA e SEBRAE apoiam a participação de pecuaristas na MEGALEITE 2017

A participação de pecuaristas do Amazonas tem o apoio da FAEA e do SEBRAE. A notícia, abaixo, foi publicada no Jornal do Commercio/AM. 


ALBERTO FURTADO comunica o início de funcionamento do Escritório da Pesca e Aquicultura no Amazonas

O amigo Alberto Furtado Martins Junior, atual coordenador interino do Escritório da Pesca e Aquicultura no Amazonas, servidor que reúne todas as condições para tocar o órgão em nosso estado, divulgou nota comunicando detalhes do funcionamento da nova estrutura sob o comando do MDIC. Anteriormente era vinculado ao MAPA.
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Setor não pode aceitar promessas absurdas de campanha

O FESIPEAM sabe que o Terminal Pesqueiro de Manaus até hoje não funciona, e também sabe, conforme notícia abaixo, que o assunto já foi pauta (sem solução) na gestão dos ex-prefeitos Amazonino Mendes, Serafim e Artur. Agora vem a promessa de que "o pescador será o dono do pescado e não os atravessadores. Vai monitorar o peixe, pescar e comercializar...o projeto custa US$ 200 milhões...". Respeito o Amazonino, assim como todos os demais candidatos, mas não vou deixar de comentar promessas absurdas que chegam ao meu conhecimento, de qualquer candidato, inclusive do meu, ligadas ao setor primário do Amazonas. Conheço, e respeito, grande parte das pessoas que aparecem nessa foto do EM TEMPO, tenho bom relacionamento, conhecem detalhadamente os problemas do setor pesqueiro, mas sei também que sabem que nem de binóculo nossos pescadores artesanais vão enxergar esses US$ 200 milhões de dólares. Já chega de promessas sem pé nem cabeça. Precisamos pensar no coletivo, nos pescadores artesanais, e não nas eleições do próximo ano (2018). Não podemos aceitar, passivamente, propostas que, sabidamente, não serão colocadas em prática. Vamos cobrar do governo tampão o que chamo de "feijão com arroz", e o primeiro feijão com arroz na pesca é ter um TERMINAL PESQUEIRO e FRIGORÍFICO (Panair e Betânia) com o SIE ou SIF a serviço do pescador artesanal, estoque regular de peixes populares para atender a população mais carente, o pescado nas compras públicas e, também, o nosso pirarucu de manejo e o peixe ornamental na PGPMBio (preço mínimo garantido). A escolha do candidato é livre, respeito todos, mas aceitar, sem ponderar, propostas sem qualquer viabilidade não é o melhor caminho ao Amazonas. Isso é agravar ainda mais a atual crise, é ir ao fundo do poço.


É hoje o lançamento da 18 Feira da Laranja do Rio Preto da Eva


Começou por Itacoatiara a "Caravana do SEBRAE"

Na última quarta (21), em Itacoatiara, atendendo convite do SEBRAE/AM, participei de evento que aconteceu no auditório da UFAM. Falei de vários assuntos ligados ao setor primário do nosso estado, com maior ênfase na comercialização, seguro rural,  ATER, crédito e de alguns investimentos públicos na área rural. Foi muito bom rever a Socorro, Adolfo, Erivaldo e a Chris, engenheira de pesca da UL/IDAM de Itacoatiara. Já estava com saudades dessa turma guerreira. A toda equipe do SEBRAE o meu MUITO OBRIGADO!! Desejo todo sucesso à "CARAVANA DO SEBRAE", pois a cada evento que participo fica muito evidente que a INFORMAÇÃO ainda não chegou na quantidade e na qualidade que necessitamos. Essa iniciativa vai ajudar a mudar essa realidade. 


Recuperação de VICINAIS não é papel da ADS

Sempre fui defensor da ADS e de sua missão institucional. É, sem dúvida, um órgão importante e estratégico da esfera estadual. Quem acompanha o que escrevo, sabe que discordo, totalmente, com a decisão da "Compensa" em ter usado a ADS para recuperar ramais e vicinais. Não sei qual foi a intenção do governo Melo. Hoje, fui até Itacoatiara participar de evento do SEBRAE, e vi placas indicando a presença da ADS nesse tipo de atividade. Tá errado, isso não é com a ADS, é com a SEINFRA (secretaria que cuida das obras).  Espero que o David Almeida,  ou o próximo governador, encerre com esse equivocado arranjo. Além do que já faz, deveria ser prioridade da ADS captar empresas ao Amazonas, e não recuperar ramais. 

quinta-feira, 22 de junho de 2017

David libera milhões aos BOIS, mas não paga o JUTICULTOR e SERINGUEIRO. O que diz a SEPROR?

Pego o gancho da notícia publicada no site do meu amigo TADEU DE SOUZA para questionar a falta de prioridade e de sensibilidade  da "Compensa" (Omar, Melo e David) com o juticultor e seringueiro que, há TRES ANOS, isso mesmo, HÁ TRES ANOS, espera para receber R$ 0,40 (quarenta centavos) e R$ 1,00 (um real) pela produção da malva e da borracha. Não pagar esses CENTAVOS ao juticultor e seringueiro, e liberar recursos a um festival que já ganhou o mundo e já pintou a COCA COLA de azul e o BRADESCO de AZUL entendo não ser justo com o produtor rural do Amazonas.
Isso demonstra, mais uma vez, e infelizmente, que o Dedei também não está com força na "Compensa". Foi assim com Bolacha, Sidney, Casara...a "Compensa" não  ouve nem respeito o setor agropecuário do Amazonas. Até quando?

A "Compensa" continua brincando de "fazer" setor primário no AM

Esse tipo de ação idealizada pelos ocupantes da "Compensa" que obrigatoriamente deve ser cumprida pelas secretarias de estado é ótima para a mídia e para colher votos, mas em termos de virada econômica do nosso interior não terá o menor efeito. É só olhar para as estruturas que temos no interior, abandonadas, sucateadas e por aí vai. O valor é insignificante. Nosso interior precisa de muito, muito, muito mais. Em termos de economia, era muito melhor ter pago o subsídio ao seringueiro e juticultor (já com três anos de atraso). Outra coisa, boa parte dessas ações poderiam ser viabilizadas via FNO e PRONAF, que os demais estados acessam, e o Amazonas NÃO. Vejam, abaixo, alguns exemplos de recursos públicos investidos com apoio da "Compensa" no setor primário que estão TOTALMENTE PARADOS, abandonados.  Já disse várias vezes, e volto a repetir, esse recurso deveria ser destinado para EQUIPAR a CENTRAL DE IRANDUBA para BENEFICIAR PRODUTORES REGIONAIS de todas as associações, cooperativas, consórcios e colônias do Amazonas, evidentemente as mais próximas da estrutura. Exemplo: Manacapuru, Iranduba etc etc etc..A vassoura de piaçaba do Rio Negro deveria ser confeccionada na CENTRAL, e não mandar o cabo da vassoura para o interior para depois retornar. Até a farinha de Guajará, do amigo Jesuíto, poderia ser empacotada nessa CENTRAL e entregue aos programas de compras públicas. Em síntese, o certo seria usar esse recursos para beneficiar COLETIVAMENTE os grupos formais, e não de forma INDIVIDUAL como estão fazendo.
Mas dá voto, dá ibope, dá imprensa, impressiona...até quando?


Central inaugurada às vésperas da eleição de 2014 que até hoje não funcionou, mas mesmo assim vem a "Compensa", pensando em votos, direciona mais 3 milhões para "movimentar a economia interiorana". É brincadeira!!
Todas essas estruturas paradas, mesmo assim "idealizam" uma nova ação com mais R$ 3 milhões para "ajudar" grupos formais. 

Sistema FAEA/SENAR lança CÓDIGO de ÉTICA

O presidente do Sistema FAEA/SENAR-AM, Muni Lourenço, e a superintendente do SENAR/AM, Jeyn’s Alves, realizaram na última quarta-feira (14), o lançamento oficial do Código de Ética da Instituição para seus colaboradores.
Com o título “Você no caminho certo”, o manual de conduta do colaborador inclui regras de boas práticas de relacionamentos com outros colaboradores, profissionais da imprensa, fornecedores e clientes, além de medidas para promoção do desenvolvimento sustentável e princípios de economicidade.
Embora os colaboradores já tenham conhecimento das regras e já as sigam, para o presidente do Sistema, Muni Lourenço, é importante ter um material escrito que possa ser consultado sempre que haja qualquer dúvida em termos de conduta.
“Em tempos onde a falta de ética está, infelizmente, em evidência no cenário político nacional, é imprescindível que nós, como instituição representativa do setor primário tratemos de nossa conduta interna com o máximo de transparência e clareza. Nossa lição tem que ser feita em casa com nosso colaboradores, primeiramente”, resumiu, durante o lançamento.


quarta-feira, 21 de junho de 2017

Carta Aberta da Associação dos Empregados do BASA - AEBA



Macauly apresenta o ONISAFRA em evento do SEBRAE

É sempre muito bom rever  o jovem  Macaulay apresentando seu site ONISAFRA, importante instrumento que liga o produtor ao consumidor. Dessa vez foi em Itacoatiara, durante evento do SEBRAE que está acontecendo na UFAM. A cada encontro tenho observado um Macaulay, recém formado em agronomia, com grande domínio de assuntos importantes do setor primário do Amazonas. Parabéns amigo!! Siga firme em seus projetos....

EM TEMPO mostra a necessidade de mudanças na ECONOMIA

É mais uma manchete que mostra, claramente, que nosso único caminho econômico está equivocado, ultrapassado e com futuro duvidoso. Enquanto isso, nossas potencialidades regionais continuam limitadas aos bonitos discursos de interiorização da economia. Se não mudar na "sensibilidade" da "Compensa", que não vem tendo, vai acabar sendo na necessária "pressão". Anotem!! 

Conselho de Segurança Alimentar reúne em Brasília

Rui Félix, atual presidente  do CONSEA/AM, participa, em Brasília, de encontro com todos os presidentes estaduais. Espero que o corte orçamentário no PAA esteja sendo avaliado, pois tem reflexo diretos na segurança alimentar e nutricional do povo brasileiro. E que atendam as recomendações do TCU e CGU que indicam o Norte e Nordeste entre as prioridades. Aliás, isso já vem sendo priorizado pelo Grupo Gestor, só falta o recurso. Seria interessante retirar um pouco dos R$ 1,4 bilhões destinados para apoio à comercialização aos grandes produtores. Esses tem mais condições de se articular nos momentos de crise do que os "bem" pequenos. Posso afirmar que existem os "bem pequenos" produtores.


Parintins precisa aproveitar o potencial de conhecimento do Jeferson Macedo/Embrapa

Eu já sabia, mas fiquei ainda mais impressionado com o potencial de conhecimento do amigo e pesquisador Jeferson Macedo, da EMBRAPA. A apresentação feita pelo Jeferson durante o evento de assinatura do termo de cooperação técnica entre o CNA/FAEA e a EMBRAPA  impressionou a todos, inclusive a direção da CNA. Há algum tempo, Jeferson, junto com o Carlos e equipe, estão fixados na unidade da Embrapa de Parintins (nem todo município tem EMBRAPA). Então, Bi e Tony, "explorem" esse enorme potencial de conhecimento e de dedicação do Jeferson Macedo. Sei que a SEMPA já tá colada, mas é importante destinar maior atenção e estrutura para o desenvolvimentos dos trabalhos. Repito, fiquei impressionado com o conhecimento do Jeferson e com o potencial de Parintins. Obrigado pela aula de conhecimento e de estímulo amigo Jeferson!!!

Sem definição a nova coordenação da REDE MANIVA

Essa é a foto de encerramento da "plenária ampliada" que a REDE MANIVA realizou, ontem, no auditório da biblioteca do INPA. Não houve definição quanto aos novos membros da coordenação, mas já ficou agendado encontro técnico para o dia 11 de julho. Não sei quanto tempo dura a REMA, espero que seja ETERNA, mas pelo que já conseguiram avançar até hoje não me deixa nenhuma dúvida de que essa turma já entrou para história agroecológica do Amazonas. São incansáveis, lutadores e não existe fim de semana, nem lama, nem chuva que possa desestimular os "remadores". Só discordo dos excessivos "esqueletos" e das "caveiras" que levam problemas aos produtores rurais que atendem a legislação na produção convencional. Abraços a todos, peço desculpas pela ausência.

Esqueça "Europa e Ásia", vamos fazer primeiro o "feijão com arroz". Minha sugestão ao novo superintendente da SUFRAMA

É evidente que não quero nem vou desanimar o novo comandante da SUFRAMA, mas quem acompanha o setor primário do Amazonas sabe que nada do que foi dito nesse encontro, que teve a presença de grandes amigos (Nilson, Rogério, Dionísia...) e competentes pesquisadores, é novidade. Esse sempre foi o discurso, mas que na prática não evolui por diversas razões. Primeiro, cadê a equipe do Sistema SEPROR nessa reunião? Outra coisa, é preciso dizer ao Appio Tolentino, que sem antes resolver os graves problemas de ATER e do CRÉDITO RURAL no Amazonas nós não vamos evoluir. Recomendo que o Appio pergunte ao Nilson, do INPA, que esteve nessa reunião, os problemas que ele enfrentou e ainda enfrenta com o empreendimento familiar dele. Bem, repito, desejo sucesso ao APPIO, mas se ele tornar o DISTRITO AGROPECUÁRIO produtivo, referência (com unidades demonstrativas) e sem problemas fundiários, assim como colocar o CBA pra rodar, já estará marcada sua gestão. Ia esquecendo: recomendo que o APPIO pergunte ao Comitê de Agronegócios da FIEAM/FAEA, que começou pensando em viabilizar exportação de produtos regionais, se, após um ano de existência e de debates, diante de tudo que já ouviu e viu, se EXPORTAR é nosso maior desafio? A resposta certamente será NÃO, pois temos um mercado interno abastecido por importações de alimentos básicos. Em síntese, no AM, ainda temos de fazer o "feijão com arroz", depois pensar na Europa e Ásia....Uma sugestão: que a SUFRAMA ajude a cadeia produtiva das fibras e da borracha (extrativismo e cultivo) que já estão completas no estado, ou seja, do produtor à indústria, mas estão buscando matéria prima do outro lado do mundo. Essa é o "feijão com arroz" que sempre falo...

Governador libera 5,5 milhões para obras em Manacapuru, mas não paga o JUTICULTOR

Governador David Almeida, sei que as obras nos ramais do Amazonas são de grande importância aos nossos produtores rurais, mas ir até Manacapuru e não anunciar o pagamento aos JUTICULTORES que estão, há 3 anos, sem receber o subsídio de R$ 0,40 centavos por cada quilo de malva produzido não pega bem, é injusto com quem já produziu, e não recebeu o que manda a lei. Falhou sua assessoria. Vi na foto que o senhor estava acompanhado do secretário estadual de produção e do prefeito de Manacapuru. Será que eles lembraram? Será que eles pediram prioridade ao juticultor? Espero que SIM! O valor financeiro do subsídio ao juticultor é menor do que os 5,5 milhões dessa OBRA. Tem coisas que eu não entendo, mas ainda tem tempo para marcar sua gestão.

Recentemente, anunciou liberação de verbas aos BOIS de Parintins, mas nada de anunciar o pagamento do subsídio ao juticultor e seringueiro, atrasado 3 anos.

terça-feira, 20 de junho de 2017

Novo superintendente da SUFRAMA comparece ao Comitê da FIEAM/FAEA

Nesta terça (20), o novo superintendente da SUFRAMA, Appio da Silva Tolentino, participou dos debates no Comitê de Agronegócios da FIEAM/FAEA. Um pequeno problema de saúde me tirou desse encontro.

Conab apresenta a metodologia de execução do PAA/CDS para 2017


Nesta terça (6), no auditório da Conab, o superintendente Antonio Batista da Silva apresentou aos grupos formais e instituições parceiras a metodologia definida pelo Grupo Gestor do PAA para operacionalizar o programa no corrente ano. Em outras postagens mais informações sobre esse encontro.

Rede Maniva de Agroecologia faz balanço das atividades e elege nova coordenação

Nesta terça (20), no INPA, a Rede Maniva de Agroecologia, mais conhecida como REMA, fez um balanço das atividades desenvolvidas e, também, a eleição da nova coordenação. Acompanho o trabalho da REMA, portanto, destaco a importância de REDE para o avanço da agroecologia no Amazonas. Um pequeno problema de saúde me deixou fora desse momento, da reunião da Conab sobre o PAA e, ainda, da reunião do Comitê de Agronegócios da FIEAM/FAEA. 


"Procurar o IDAM e dedicação do produtor", essas são as dicas do produtor rural entrevistado pelo AMAZÔNIA RURAL

É mais um excelente vídeo do AMAZÔNIA RURAL que reforça nosso potencial produtivo e da importância do IDAM no sucesso do produtor. É só ouvir o que disse o produtor com relação ao IDAM. Seria bom a "Compensa" também conhecer esse vídeo, mas pelo jeito só quer saber de obras, obras, obras, obras, obras..............a melhor "obra" seria estruturar o IDAM física e financeiramente, pois avançaríamos em dois grandes e maiores gargalos, ATER e CRÉDITO RURAL. Até quando?
Acesso o vídeo clicando em http://g1.globo.com/am/amazonas/amazonia-rural/videos/t/edicoes/v/parte-3-rio-preto-da-eva-se-destaca-como-maior-produtor-de-laranja-do-amazonas/5947038/

Em 2014 e 2015, Parintins também não comprou os 30% da Lei 11.947/09

Fui alertado por um leitor do Thomaz Rural que, Parintins, nos anos de 2014 e 2015 (quadro abaixo), ainda na gestão do Alexandre, igualmente Manicoré e Humaitá, nas gestões do Lucio e Dedei, também não atingiu o mínimo exigido por LEI, que é de 30%, para a compra da agricultura familiar. A sociedade deve acompanhar essa execução no âmbito municipal, e não só o cumprimento do percentual de 30%, mas também de quem está comprando, o que está comprando (que seja do município) e as respectivas quantidades. Esse mercado, o da Lei 11.947/09, é exclusivo do produtor com DAP física, e do grupo formal com DAP JURÍDICA. E o limite é de até R$ 20 mil/ano por CNPJ.


I Simpósio Municipal de Plantas Medicinais e Fitoterápicos


Turismo e Gastronomia no Vasco Vasques (programação)


segunda-feira, 19 de junho de 2017

MAGGI defende pleito do AM que a "Compensa" nem procura conhecer....

O ministro Blairo Maggi (na foto acima, visitando, ontem, um supermercado em Hong Kong) é aliado do Amazonas na inclusão de sementes de MALVA e JUTA no Programa de Aquisição de Sementes, conhecido como PAA/SEMENTES. O ministro é nosso aliado, mas ainda não conheço qualquer apoio da "Compensa" e da bancada federal. Na Aleam, sei que o Dermilson e o Luiz Castro defendem e já apoiaram formalmente essa necessária conquista. E tem mais, esse assunto só chegou nesse nível pelas articulações feitas pela FAEA e pela Câmara Setorial do MAPA, ambas entidades presididas pelo Muni Lourenço. Vale ressaltar,  que mais uma vez a FAEA defende a agricultura familiar. Nem Omar nem Melo deram atenção a esse pleito, será que o David vai ser diferente? Esse documento já está completando 2 meses na Casa Civil, se a FAEA não tiver aliados certamente será arquivado.

Conheça a programação do SEBRAE em ITACOATIARA

O evento acontece na UFAM/Itacoatiara. Uma correção, sou ex-Conab, recentemente aposentado, responsável pelo blog "Thomaz Rural" e pela coluna AGRONEGÓCIOS do Jornal do Commercio/AM.


ITAPIRANGA compra produtos regionais para a Alimentação Escolar

Recebi, do Emiliano, inclusive pedindo que eu divulgasse, informações da recente chamada pública da agricultura familiar para o PNAE do município de Itapiranga. É bom ver a evolução no cumprimento da Lei 11.947/09 que obriga, estados e municípios, a cobrar, no mínimo, 30% de produtos regionais diretamente da agricultura familiar (com DAP). A prefeita Denise Lima tem como uma das prioridades regionalizar, cada vez mais, a alimentação escolar. Que bom! Que continue nessa direção, o setor primário agradece!!
Recomendo que os leitores deste BLOG verifiquem se essas CHAMADAS DA AGRICULTURA FAMILIAR vem acontecendo em seu município, e se estão realmente COMPRANDO do agricultor familiar com DAP.

Proposta assinada pelo produtor




Alvarães será a SEDE do III Seminário de MANDIOCA

Recebi do amigo Adevaldo convite para participar do III Seminário de Mandioca com o título "Tendência de Mercado para os Produtos e Subprodutos da Mandioca" que acontece nos dias 27 e 28 de Junho, em Alvarães. Lamento não comparecer, pois estarei em Parintins. Vi a programação, muito boa, e certamente vai ajudar a superar alguns gargalos que a cadeira produtiva enfrenta. Desejo sucesso ao SEMINÁRIO!!

Fica difícil compreender a ausência do governador e do Sistema SEPROR em eventos dessa natureza...

Não tenho outra palavra que não seja agradecer os componentes da Câmara Setorial de Fibras Naturais do MAPA, a FAEA, o próprio Muni e o ministro Blairo Maggi pelo acolhimento, defesa e encaminhamento de dois importantes assuntos ao Amazonas. Me refiro a atualização do custo de produção das fibras e, também, a inclusão de sementes não alimentícias (prioritariamente de malva) no PAA SEMENTES operado pela CONAB em nível nacional. Só posso lamentar a ausência do governador do Amazonas, do Sistema SEPROR e dos nossos parlamentares na defesa desses temas de fundamental importância para a AGRICULTURA FAMILIAR do Amazonas. Repito, importantes para a AGRICULTURA FAMILIAR do Amazonas que estão sendo defendidos pela FAEA, CNA e, também, pela OCB (representada pela Eliana da Coomapem).  

Brasília (12/06/2017) - A atualização dos preços mínimos para as fibras naturais - juta, sisal e malva -, sem reajuste com base nos custos de produção há cinco anos, foi discutida em reunião da última quinta (08) da Câmara Setorial de Fibras Naturais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amazonas (FAEA), Muni Lourenço Silva Junior, considera fundamental "a atualização dos custos de produção das fibras naturais como forma de melhorar o poder de barganha do agricultor junto à indústria".
Muni, que também preside a Câmara Setorial e representa a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), levou a reivindicação ao Secretário-Adjunto de Política Agrícola e Meio Ambiente do Ministério da Fazenda, Ivandré Silva, que prometeu dar uma solução rápida para o assunto.
Outra decisão importante da Câmara Setorial de Fibras Naturais, segundo Muni Lourenço, foi a inclusão das sementes de juta e malva no Programa de Aquisição de Alimentos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
O Ministro Blairo Maggi, do Mapa, encaminhou aviso ministerial ao seu colega do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, propondo a oficialização da medida.
Com a inserção das sementes de juta e malva no programa da Conab, "haverá doação de sementes aos produtores ribeirinhos da Amazônia Legal, reduzindo custos operacionais", disse o presidente da FAEA.
Um programa piloto para a substituição de sacos plásticos, utilizados no sistema de armazenagem da Conab, por unidades de fibras naturais biodegradáveis, foi sugerido pelo presidente da FAEA à Conab, no contexto da agricultura de baixo carbono, no Programa ABC.
Muni Lourenço também deverá ter audiência com o presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Maurício Antônio Lopes. Na agenda reivindicação para que a empresa realize estudos sobre novas tecnologias na produção de máquinas que fazem a retirada mecânica da fibra na planta.
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